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A manipulação
de Rutenium deve obedecer à cinco regras importantes:
1)
Proporção água-pó:
A adição de água acima de 40 partes para cada 100
de RUTENIUM poderá causar seu enfraquecimento e conseqüente
fratura causando defeitos como rebarbas, estrias e outros
na fundição final. Quando a adição é feita abaixo da recomendada
existe uma tendência à obter-se um molde resistente, duro
demais, oferecendo maior trabalho na desmoldagem. Recomendo
o uso de balança confiável para pesar tanto o pó como a
água, pois vasilhames, inclusive beckers, mostram imprecisão
em suas marcações.
2)
Tempo de trabalho:
Um tempo de trabalho abaixo de 7 minutos pode resultar em
defeitos como estrias e rebarbas mesmo que corretamente
proporcionada a água ao pó.
3)
Temperatura ambiente, da água e pó:
A temperatura tanto do pó, quanto da água influenciam no
tempo de prêsa inicial, encurtando ou aumentando o tempo
de trabalho. Maior a temperatura, mais rápido endurece RUTENIUM,
resultando em um tempo de trabalho menor. Menor a temperatura,
mais lenta é a prêsa, resultando em um tempo de trabalho
maior.
4)
Agitação do revestimento:
Uma agitação mais vigorosa tende a acelerar o tempo de prêsa.
5)
O uso de uma boa bomba de vácuo:
A manipulação de RUTENIUM em níveis de vácuo insatisfatórios
resultará em granitos esféricos causados pelo surgimento
de bolhas de ar na mistura.
Atenção:
É muito comum encontrar fundidores que se negam a pesar
tanto o pó quanto a água, alegando "possuir experiência".
Sempre
pese o pó e a água para obter resultados repetidos!

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